domingo, 3 de janeiro de 2010

Descubren avión en el hielo de la Antártida que data de 1911






















El avión fue adaptado como un tractor debido al deterioro de sus alas. (Foto: Archivo)


La aeronave perteneció al explorador Douglas Mawson quien es reconocido por ser uno de las primeras personas que se internaron en la Antártida para investigar su geografía. El avión había sido utilizado como tractor de nieve luego que sufriera un accidente y sus alas quedaran totalmente inutilizables. Mawson tenía la esperanza de realizar el primer vuelo sobre la Antártida pero no pudo lograrlo. (Foto: Archivo)

Los restos del primer avión en surcar la Antártida fue hallado por casualidad en medio del hielo por exploradores polares australianos, quienes indicaron que la aeronave data de 1911 y fue llevada por el geólogo e investigador de ese país, Douglas Mawson.

El monoplano, un Vickers REP, fue uno de los primeros fabricados en el mundo, Mawson tenía la esperanza de efectuar el primer vuelo sobre el casquete polar de la Antártida, en un viaje exploratorio que tenía como objetivo estudiar la geografía del llamado continente blanco.

Pero sus proyectos se vinieron abajo cuando el piloto que venía de Londres al mando del Vickers se estrelló en Australia durante un vuelo de prueba.

El explorador australiano, David Jensen, aseguró que las alas se encontraban totalmente deterioradas, por lo que Mawson procedió a despegarlas y pasó a convertir la aeronave en un "tractor de nieve" para arrastrar sus trineos.

"Todo esto no resultó terriblemente bien", explicó. "Habían equipado el avión con esquíes adaptados y un timón especial colocado en la cola".

Posteriormente, el motor se averió debido a las bajas temperatura, por lo que Mawson dejó el avión en Cabo Denison en 1914, según Jensen, quien también es el presidente de la Mawson's Hut Foundation.

Cabo Denison fue el lugar donde Sir Douglas Mawson realizó algunos de los primeros estudios completos de geología, geografía, magnetismo terrestre, astronomía, meteorología, glaciología, oceanografía, biología, zoología y botánica de la Antártida.

Tiempo después, el explorador abandonó definitivamente el avión en la Antártida en 1931 después de una última visita al esqueleto del Vickers en 1929.

Los descubridores indicaron que utilizaron equipos de resonancia magnética para hallar la aeronave, luego excavaron en torno al fuselaje, que fue visto por última vez en 1975 en Cabo Denison, completamente atrapado en el hielo.

Jesen precisó que gracias a mareas excepcionalmente bajas provocadas por la Luna llena y el deshielo, consiguieron descubrir el esqueleto del aparato el día de Año Nuevo.

"Teníamos probablemente una posibilidad en un millón de reunir todas la condiciones para descubrirlo", dijo.

El equipo se preparaba a perforar el hielo para recuperar el avión en condiciones meteorológicas particularmente duras, con vientos de 80 kilómetros por hora y temperaturas bajo cero, agregó Jensen.

"Uno de los carpinteros de la fundación Mawson paseaba cerca del puerto (...) cuando en ese momento y por extraordinaria casualidad pudo ver entre las rocas el fuselaje metálico".

"Se dice que este tipo de suerte llega sólo con 'Luna Azul', resultó ser así", comentó.
Según Jensen, el equipo de exploradores "locos de alegría" recuperó luego los trozos del fuselaje y debería llevarlos a Australia a finales de enero.

"Las piezas que encontramos vienen realmente del tractor aéreo. No pueden venir de ninguna otra cosa. Es la última parte de una pequeña parte de la historia de la aviación", indicó.

teleSUR-Efe/dag-PR

Até a sogra de Arruda participou da farra

Do blog Terror do Nordeste


Marido da sogra de Arruda é citado em grampo

SÃO PAULO - O repasse de dinheiro supostamente proveniente do esquema de corrupção no governo do Distrito Federal a Heraldo Paupério, marido da sogra do governador José Roberto Arruda, é tema de um das gravações feitas pelo ex-secretário Durval Barbosa.

Em conversa gravada em 23 de outubro, com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Arruda pergunta se Paupério ainda estava advogando para Durval. Diante da resposta positiva, o governador demonstra surpresa quando o ex-secretário lhe diz que já havia dado R$ 400 mil a Paupério.

Em seguida, Arruda faz uma confidência: diz que sua sogra, Wilma Peres, vinha reclamando do fato de outros advogados, como o ex-procurador-geral da República Aristides Junqueira, terem sido contratados para defender Durval Barbosa.

"Ele (Paupério) não toca no assunto comigo. A minha sogra reclama. Reclama do tipo assim, como seu tivesse sido responsável por ter botado o Aristides e tirado ele (Paupério)", diz o governador. Em seguida, Arruda pergunta: "Nós devemos a ele?". Durval diz: "Uns R$ 100 mil". O governador, então, decide: "Vamos pagar, então, vamos?". O dinheiro seria retirado de um lote que Durval havia acabado de receber, como propina, de empresas de informática. "Cem você paga o Heraldo e o resto é seu", diz Arruda.

De acordo com as investigações da PF, Arruda autorizou Durval Barbosa a pagar os advogados com dinheiro do caixa da propina como forma de evitar que ele tornasse público os vídeos que revelavam a corrupção no governo. O "auxílio" do governador não foi suficiente para evitar que Durval acertasse com o Ministério Público o acordo de delação premiada que deu origem à investigação que pode lhe custar o mandato. Os advogados pagos com o dinheiro da propina atuavam em processos cíveis e criminais a que Durval responde, muitos deles por corrupção no período em que trabalhou no governo de Joaquim Roriz, antecessor e hoje arqui-inimigo político de Arruda. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

Serra chega a tempo de aparecer no Fantástico?

Do blog do Luís Nassif:

03/01/2010 - 17:10
A mobilização do governo paulista


É nas grandes tragédias que, mais do que nunca, faz-se necessária a presença dos governantes. É o momento de demonstrar solidariedade com os eleitores.

Na campanha eleitoral de 2006, entrevistei o então candidato Geraldo Alckmin. Nunca fui fã de seu estilo administrativo. Mas algo que ele me disse, me marcou.

- O governador Mário Covas sempre me dizia para andar na rua, conversar com a população, não perder o sentimento de povo. Esse pessoal não sabe o que é isso.

“Esse pessoal” era o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e José Serra.

Até agora, dois dias depois da tragédia, nenhuma manifestação oficial, nenhuma nota à imprensa, nenhuma declaração transmitida por qualquer porta-voz, de solidariedade às vítimas das enchentes.

Vamos analisar o comportamento do governo do Estado de São Paulo, através dos seus principais portais.

Às 16:56, os sites do governo do estado de São Paulo registravam as seguintes informações sobre a tragédia das águas no Vale do Paraíba:

1. Site do governo do Estado – Últimas Notícias. Nenhuma informação.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimasnoticias.php

PalacioBandeirantes

2. Site da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil. Última informação é de 31/23/2009, sobre chuvas em Pracinha, na região de Presidente Prudente. A home é tomada por anúncios de convênios, que promovem o governo mas não informam.

http://www.defesacivil.sp.gov.br/novo/index2.asp

DefesaCivil

Na página de alertas, a informação de 31/12 de que haverá chuva moderada e fraca, podendo ocorrer transbordamentos de córregos, alagamentos e desabamentos.

http://www.defesacivil.sp.gov.br/novo/paginas.asp?pagina=bolalerta

DefesaCivil2

Nenhuma informação pós-desastre, que possa servir de orientação para os desabrigados ou para quem pretender ajudar.

3. No site da Secretaria da Justiça e de Defesa da Cidadania, a chamada principal é de inauguração de uma unidade da Fundação Casa de Itanhaém. Nenhuma informação sobre as enchentes.

http://www.justica.sp.gov.br/

Marrey

Quando a Maria Inês Nassif escreveu contra o instrumento da delação da lei antifumo, José Serra e o Secretário Marrey mobilizaram todos os jornalistas da Assessoria de Imprensa do Palácio para levantarem dados do Valor, para poder pressionar a direção a aceitar um artigo do indignado Marrey, insinuando que Inês estava a serviço da indústria de fumo.

Quando a tragédia exige ação, nada, nem uma nota, nem uma mobilização, nem uma declaração sequer de Marrey.

Repito o que venho dizendo há tempos – e só se tornará fato consumado quando a velha mídia decidir deserdar Serra: não existe gestão em São Paulo. Em momentos críticos como o atual, vê-se a total incapacidade do governo de articular ações efetivas. Serra é incapaz de ações pró-ativas.

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Da Folha Online:

03/01/2010 - 14h44
Serra visita área alagadas em SP; São Luiz do Paraitinga continua isolada

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), vai visitar neste domingo a região do Vale do Paraíba, onde diversas cidades foram atingidas pelas fortes chuvas que castigam o Estado desde a última quinta-feira (31).

Segundo a Defesa Civil do Estado, cerca de 20 mil pessoas de 15 municípios paulistas tiveram que deixar suas casas desde 31 de dezembro devido aos temporais. Foram registradas 10 mortes.

A região do Vale do Paraíba e de Ubatuba (litoral de SP) somam 7.200 desalojados --estão hospedados em casas de amigos e parentes-- e 5.000 desabrigados, ou seja, dependem de abrigos públicos.

Em Guaratinguetá (SP), a Defesa Civil já começou a receber doações, que podem ser entregues na avenida Dr. João Rangel de Camargo, 280, centro. A cidade tem cerca de 350 desabrigados que precisam principalmente de leite e toalha de banho.

São Luiz do Paraitinga

Segundo a Defesa Civil, São Luiz do Paraitinga (SP) foi a cidade mais afetada pelas chuvas no Estado, e está com mais de 9.000 pessoas desabrigadas. O município continua isolado devido à elevação do nível de um rio que fechou os acessos à cidade. Também não há energia elétrica, telefone e água potável.

A Prefeitura de São Luiz do Paraitinga ainda não montou um esquema para receber doações porque a cidade está praticamente toda alagada.

A Defesa Civil do Estado prioriza o atendimento ao município e já enviou alimentos, material de higiene e de limpeza, roupas e colchões para as vítimas.

A Polícia Militar também auxilia nas buscas dos desabrigados com dois helicópteros e 12 embarcações para localizar e resgatar as vítimas. Cerca de 80 homens do Corpo de Bombeiros foram destacados para trabalhar na cidade.

Outras cidades que também enfrentam problemas causados pelas chuvas, como deslizamentos e enchentes, são Cunha, Aparecida, Cruzeiro, Campos de Jordão, Caçapava, São José dos campos, Bananal, Paraibuna, Natividade da Serra, entre outras.

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Do Viomundo:

Será que o Serra chegará a tempo de aparecer no Fantástico? Confiram.