segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Caldeirão do Huck e o Bolsa Família


Sugado do blog O Terror do Nordeste
Aqui e acolá a gente vê a classe média podre, imunda, mesquinha, tacanha, hipócrita, ridícula criticar o Bolsa Família.Já vi Xuxa, Regina Duarte, Maitê Proença, Danuza Leão, Cristiane Torloni, Luciano Huck criticarem esse vitorioso Programa criado por Lula, que é modelo para o mundo todo.Hoje, de passagem na casa de uma irmã minha, aqui no interior do Estado de Pernambuco, assisti a um trecho do quadro Lar Doce Lar, do Programa de Luciano Huck, que chega dar nojo.Esse mesmo sujeito que critica o Bolsa Família usa as pessoas pobres para aumentar uns pontinhos de audiência.È vergonhoso ver aquelas cenas de senhoras, de senhores chorando de emoção só porque ganharam uma casa mobiliada do Caldeirão do Huck.Mas, como diria Zeca Baleiro, "nada vem de graça, nem o pão nem a cachaça". Por trás da bondade de Huck tem o patrocínio da Brasilit, da Tok Stok, da Santista, da ITAUTEC.Graças a essas empresas o quadro Lar Doce Lar distribui benesses para parte da população carente. E udo isso é feito na maior festa, com direito a palmas e a fogos de artifício.Ah! e com o aplauso da classe média idiotizada, que acha Huck o máximo.

Charge Online do Bessinha

domingo, 13 de novembro de 2011

Expressão Nacional debate os 10 anos das cotas raciais

Parte I


Parte II


O Ensino superior ainda é privilégio para poucos brasileiros. Entre os negros, o acesso à universidade é ainda mais difícil. Dados do IBGE de 2010 indicam que enquanto 15% da população branca tem Ensino Superior completo, somente 5% da população negra consegue terminar um curso universitário. Para contornar essa desigualdade, em 2001 o Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a garantir reserva de vagas para vestibulandos negros nas universidades estaduais. Hoje chega a 158 o número de instituições públicas de ensino superior que adotam algum tipo de cota em seus processos seletivos e destas, 89 implantaram a política de cotas para negros.
Mas mesmo em um país com maioria de cidadãos pardos ou negros, o sistema de cotas raciais ainda não é consenso. Em 2010 foi sancionado o Estatuto da Igualdade Racial, que não fala diretamente da adoção das cotas. A favor das cotas, levantamentos feitos pelo Ipea, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e por organizações do movimento negro afirmam que o desempenho dos alunos cotistas tem surpreendido e em alguns casos chega a ser melhor do que a performance de alunos não cotistas.
Passados os dez primeiros anos das cotas, esse modelo ainda é o mais eficaz para diminuir as diferenças de oportunidades entre brasileiros negros e brancos?

Fonte: TV Câmara - Programa Expressão Nacional