domingo, 9 de agosto de 2009

Chávez substituirá veículos colombianos por brasileiros

E aí, jornalistas da PIG? Não vão falar mal do Chavez e do Lula hoje para o pessoal da Renault, Peugeot, Volks, Ford, etc?

Prensa Latina: O governo do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que vai suspender a importação de 10 mil veículos produzidos na Colômbia, após ter decidido “congelar” as relações com este país, dando início a um processo de substituí-lo por outros vizinhos em sua lista de fornecedores internacionais, como Brasil e Argentina. “Zero. Não vamos trazer nenhum veículo da Colômbia”, disse Chávez. “Estes 10 mil veículos da Colômbia não serão trazidos, e eu lamento muito pelos trabalhadores da Colômbia”, acrescentou.

Em abril deste ano, em uma reunião dos presidentes Chávez e Álvaro Uribe, a Venezuela se comprometeu a outorgar licenças de importação para a compra de 10 mil veículos produzidos pela indústria colombiana. Nos últimos dois anos, a Colômbia viu suas exportações de veículos para a Venezuela caírem de 45 mil unidades, em 2007, para apenas 15 mil, em 2008. Chávez criticou o fato dos automóveis importados da Colômbia chegarem ao mercado venezuelano com preços que duplicam seu custo real. O presidente falou também sobre as demais importações, boa parte delas alimentos, que seu país compra da Colômbia e que em 2008 equivaleram a US$ 6 bilhões.

“Vamos substituir todas essas importações. É uma responsablidade, porque a qualquer momento vêm os ianques e dizem: ”Não mandem mais carne para Chávez, não mandem mais leite para os venezuelanos”. Porque aí mandam os ianques, e não a Colômbia, nem Uribe”, afirmou Chávez. “Vamos aumentar as compras de alimentos da Argentina”, disse, enfatizando que a partir de agora buscará negócios com “governos aliados de verdade, amigos, não (com aqueles que têm) punhais escondidos”. Enviado pelo companheiro Ivo Pugnaloni.

Postado no blog DESABAFO BRASIL

Factóide anunciado


Do blog do Júlio Falcão

Mais um factóide está sendo armado. Desta vez a Folha tenta jogar a Dilma dentro do caso José Sarney e usa a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, para isso.

Com a manchete "Dilma quis agilizar apuração contra Sarney, diz Lina Vieira" e contando com a participação do Noblat e do "Tio Rei", a Folha pensa que conseguirá seu objetivo.

"Tio Rei" se supera no seu papel. Vejam como ele se refere ao factóide:

"A matéria mais importante do dia — e uma das mais importantes dos últimos tempos — está publicada hoje na Folha de S. Paulo (há quatro posts abaixo sobre o assunto). E estou aqui me perguntando, até agora, por que diabos não foi a manchete do jornal. Lina Viera, ex-secretária da Receita, promovida e demitida por razões escancaradamente políticas, diz em entrevista ao jornal que Dilma Rousseff, minitra-chefe da Casa Civil, a chamou em seu gabinete para pedir que a investigação que a Receita fazia nas contas da Família Sarney fosse “agilizada”. Lina não esconde o que queria dizer “agilizada”. Sim, leitor: que a investigação fosse deixada pra lá."

Vamos aguardar o desmentido, certo? É prudente em se tratando desse trio.
Grifo em vermelho do blog

Corrupção tucana na ALSTOM: Justiça bloqueia contas na Suíça


Da Revista Época:

A Alstom é acusada na Suíça, na França e no Brasil de ter pago propina a funcionários públicos e políticos para vencer licitações durante os governos de Luiz Antônio Fleury, Mário Covas e Geraldo Alckmin.

A Justiça determinou na quinta-feira (6), o sequestro de bens de oito pessoas acusadas de participação no esquema.

Os mais atingidos são o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Róbson Marinho, e o ex-secretário de Transportes Metropolitanos Jorge Fagali Neto. Marinho teria o equivalente a US$ 1 milhão depositados em contas na Suíça. Fagali, de acordo com o Ministério Público do Estado de São Paulo, teria cerca de US$ 10 milhões em bancos na Suíça.

A empresa era – e ainda é – fornecedora de trens para o Metrô e equipamentos para usinas hidrelétricas. De acordo com as investigações dos promotores, Jorge Fagali Neto e Róbson Marinho estariam, até agora, entre os maiores beneficiados por esquema de subornar funcionários.

Segundo investigações feitas na Suíça, Fagali teria o equivalente a US$ 10 milhões em contas no país. As autoridades do país bloquearam US$ 7,5 milhões deste total porque os valores seriam “incompatíveis” com a sua renda.

Fagali trabalhou na Cesp e foi secretário de Transportes Metropolitanos durante o governo de Luiz Antônio Fleury Filho (1991-95). De acordo com seu advogado, Belisário Santos Júnior, Fagali afirmou ao Ministério Público nunca ter participado de qualquer contratação relacionada à Alstom.

A decisão judicial bloqueia também US$ 1 milhão que estariam depositados em contas do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Róbson Marinho, na Suíça.

Antes de chegar ao Tribunal, Marinho foi secretário de Governo do governador Mário Covas (1995-2001). No inquérito, Marinho é acusado de ter recebido propina para ajudar a Alstom em um negócio de R$ 110 milhões. Marinho nega ter conta na Suíça ou em qualquer outro país no exterior.

A juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi, da 13ª Vara da Fazenda Pública, em São Paulo, concedeu liminar a um pedido feito pelos promotores Sílvio Marques, Saad Mazloum e Mário Sarrubbo, do Ministério Público do Estado de São Paulo. Ela determinou também o sequestro dos bens de 12 empresas e pediu cópias de documentos de dois processos sobre o caso, que correm na Suíça e na França. De acordo com os promotores, os documentos vão ajudar a esclarecer o caso no Brasil. O objetivo da ação dos promotores é recuperar o dinheiro que teria sido pago como propina.

Um outro inquérito, criminal, para responsabilizar os acusados, é conduzido no Ministério Público Federal pelo procurador Rodrigo de Grandis.

Postagem oriunda do blog Os Amigos do Presidente