segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Efeito 2016: Folha publica pesquisa questionando voto popular

Da Agência Carta Maior

Temendo a derrota de seu candidato José Serra, que não decola nem nas pesquisas de seu instituto particular, Otavinho Frias partiu de vez para o tudo-ou-nada. Na edição deste domingo, a Folha de São Paulo estampa como manchete o resultado de uma pesquisa produzida por seu instituto questionando a legitimidade dos resultados das eleições no Brasil. Segundo a pesquisa, estaria provado que nada menos do que 17 milhões de brasileiros venderam seus votos, pelo menos uma vez. A consagração do presidente Lula pela conquista das Olimpíadas Rio 2016, pode ter sido a gota d’água para a operação tudo-ou-nada. O artigo é de Fernando Carvalho.

Lendo a manchete principal do jornal Folha de São Paulo desse domingo, ficamos sabendo que o seu dono, Otavinho Frias, mandou que o seu instituto particular de pesquisas, o DataFolha, produzisse uma enquete que questionasse, pudesse anular ou que pelo menos, justificasse mais tarde, que os resultados das próximas eleições para presidente, governadores e parlamentares não poderiam ser aceitos.

Obediente, o instituto Datafolha teria cumprido a ordem do chefe e entrevistado dois ou três milhares de pessoas em várias cidades do país, fazendo a seguinte pergunta: “alguma vez você votou em alguém em troca de alguma coisa”?

Segundo o jornal do Otavinho, se considerarmos o resultado encontrado pelo instituto do Otavinho, em proporção com a população do Brasil, estaria provado pelos cálculos dos cientistas empregados pelo Otavinho, que nada menos do que 17 milhões de brasileiros venderam seus votos, pelo menos uma vez.

Isso bastou para que o Otavinho, mandasse seus jornalistas, colocarem na primeira página de seu jornal, hoje, algo inédito. E que vai engrossar o já extenso currículo de pioneirismo da Folha

Ou seja, para o Otavinho, sua “pesquisa científica” provaria que tudo aquilo que acontece no dia das eleições seria uma autentica palhaçada, algo sem valor. Não valeria nada o trabalho dos juízes eleitorais, dos procuradores da justiça eleitoral, dos mesários, dos policiais, dos tribunais regionais eleitorais e do Tribunal Superior Eleitoral.

Tudo seria uma tremenda bobagem, uma falcatrua, inclusive o acompanhamento de especialistas e de representantes dos parlamentos de todo o mundo, que reconhecem sempre o excelente grau de lisura das eleições no Brasil.

Para o Otavinho, isso tudo é bobagem. É mentira. É bobagem para o Otavinho, principalmente, essa história de “vontade do povo”, expressa não
só nas urnas, mas nos bilhões de horas de trabalho ou de descanso que foram gastas pelos milhões de brasileiros que, a cada dois anos, ficam nas filas das seções eleitorais, ou se deslocando até o local das urnas.

Para o herdeiro da Folha de São Paulo, tudo o que foi e será considerado
como “vontade popular”, não valeu nada.

Não valeriam nada portanto, por esse raciocínio e seriam apenas papel sem valor, os mandatos que a Justiça Eleitoral do Brasil forneceu ao presidente da república, ao vicepresidente, aos senadores, deputados,vereadores e aos prefeitos e seus vices.

E não valeríamos nada, nós brasileiros.

Pois, das duas uma: ou somos fraudadores de eleições, do tipo que compra ou vende votos, ou somos milhões de ingênuos que acreditamos num sistema assim e ficamos quietos. Quem duvidar ou reclamar das “pesquisas científicas” do Otavinho é porque rouba eleições.

Os demais, que seriam os honestos, mas ingênuos, que não vendem o seu voto, deveriam aderir à oposição e ao golpe midiático que a Folha e outros jornais pretendem dar no governo no presidente Lula desde o primeiro dia de seu mandato, sem medo de serem acusados de golpistas, porque, segundo as “pesquisas do Otavinho”, as eleições não valeriam nada mesmo.

A bem da verdade, o pioneirismo da Folha para contestar os resultados das eleições é bem mais antigo. E o Otavinho não seria assim, um pioneiro. Em 1964 , Otávio Frias, o pai do Otavinho, dono da Folha, também contestou o mandato legitimo do presidente da República e de centenas de governadores, senadores e deputados, com uma pesquisa desse tipo.

Mais eficiente que seu filho, ele conseguiu que milhares desses mandatos populares, obtidos nas urnas em todo o Brasil, fossem retirados à força de seus detentores, sem processo, sem julgamento, convencendo maus militares a trabalharem sob suas ordens e inspiração, instalando no país uma ditadura que durou mais de 20 anos. Muitos dos que se tornaram “sem-mandato”, foram presos, torturados e mortos.

A Folha também foi pioneira na colaboração com um regime de exceção, pois, ao invés de combater com suas idéias aos usurpadores do poder, que censuravam a própria imprensa, o falecido Otávio Frias, pai do Otavinho, colaborou ativamente com os ditadores, aprovando e apoiando todas as barbaridades cometidas contra a população, como o arrocho salarial, a hipoteca das pequenas propriedades rurais, a perda dos direitos trabalhistas e à liberdade sindical.

Para fazer esse trabalho sujo de manipulação da opinião pública, Otavio Frias ganhou, sem licitação, tal como o Globo, o Estadão e outros jornais, gigantescas verbas de publicidade dos governos federal, estaduais e municipais. Essas verbas formaram as imensas fortunas que usufruem agora o Otavinho e os herdeiros dos Marinho, dos Mesquita, dos Sirotsky, dos Sarney, dos Collor, dos Maia e várias outras famílias que dominam a mídia que colaborava com a Ditadura nos estados.

Mas o fato que mais marca com o pioneirismo o currículo da Folha de São Paulo a nível internacional, foi a colaboração que o jornal prestou à ditadura transportando presos políticos, muitos deles torturados, que depois apareceram mortos ou estão até hoje desaparecidos, em
caminhonetes de entrega de jornais. Uma operação chamada OBAN, Operação Bandeirantes, realizada pelo exército em colaboração com empresários, para despistar juízes e familiares que procuravam em vão pelas vítimas nos quartéis para onde haviam sido levados ilegalmente.
Essa, nem os jornais que apoiavam o governo de Adolf Hitler fizeram. Transportar presos políticos em carros de entrega de jornal.

É pioneirismo puro. Mas uma vergonha que manchou inapelavelmente o currículo da Folha e que ainda está impune.

"Comentários dos leitores"
Outro movimento dessa ofensiva "tudo-ou-nada" aparece nos “comentários dos leitores”que a Folha seleciona (ou será que ela mesma produz?) e coloca embaixo das matérias que está publicando nesse momento em sua versão on-line: todos eles vinculam a fraude nas provas do ENEM com a possível fraude nas próximas eleições... Mereceu pouco destaque o fato de que o Grupo Folha é parceiro da gráfica contratada para imprimir a prova (a Plural é uma parceria do Grupo Folha com a empresa americana Quad/Graphics).

Mais uma tentativa do Otavinho de desgastar o presidente Lula frente aos jovens, justamente o presidente que criou o ProUni, que dá bolsas aos alunos pobres e descendentes dos escravos que os antepassados de pessoas como Otavinho devem ter comprado e vendido aos montes, quando o Brasil era uma colônia e depois um império.

Um império onde mandavam não aqueles que fossem escolhidos em eleições que Otavinho contesta e seu pai já contestava e fez deixar de terem validade por 21 anos, mas aqueles que teriam o direito divino, dado por Deus, de mandar por serem de “melhor raça”, “melhor berço”, mais ricos e prósperos e portanto, mais inteligentes e capacitados para mandar.

Com a palavra, as autoridades.

Liberdade de imprensa é uma coisa. Manipular a realidade, corromper pessoas, transportar presos em caminhonetes, ganhar fortunas sem licitação é outra.

Os excelentes resultados dos seis anos e meio de governo do presidente Lula nos campos econômico, social e político já estavam fazendo nos últimos dias o herdeiro da Folha a radicalizar nos ataques e ofensas pessoais a Lula.

Mas agora, temendo a derrota de seu candidato José Serra, que não decola nem nas pesquisas de seu instituto particular, exatamente por que o povo brasileiro associa sua imagem aos anos de desemprego, miséria e corrupção de Fernando Henrique Cardoso, Otavinho Frias partiu de vez para o tudo-ou-nada.

A consagração do presidente Lula pela conquista das Olimpíadas Rio 2016, pode ter sido a gota d’água que precipitou essa nova crise de demência.
Com a palavra as entidades dos pesquisadores, dos sociólogos, dos cientistas políticos, dos estatísticos, matemáticos e outros afetos a esse ramo da ciência e da pesquisa de opinião. Com a palavra o Ministério Público Federal, a Justiça Eleitoral, os parlamentares, os governadores e prefeitos atingidos, cujos mandatos Otavinho colocou sob suspeita, com suas “pesquisas científicas”. Tanto os mandatos dos políticos do governo como os da oposição.

Com a palavra, principalmente, o presidente Lula, que sofre calado ataques e xingamentos dos jornalistas pagos pelo Otavinho, há mais de 30 anos.
E que depois de assumir a presidência, temendo ser acusado de atentar contra a liberdade de imprensa, tem permitido calado e de forma a meu ver equivocada, que gente como o Otavinho, continue ofendendo, não só a ele, mas o seu mandato popular, as instituições democráticas e próprio povo brasileiro.

Com a palavra, principalmente, nós os leitores de jornais do Brasil, mesmo aqueles que, sendo de oposição, teriam obrigação de nunca mais anunciarem ou comprarem um jornal com o currículo que Otavinho e seu pai fizeram injustamente a Folha e seus competentes profissionais ostentarem para o resto de suas vidas.

Daqui para frente, nem que eu leia outro jornal de oposição: mas a FOLHA, NÃO!

Texto atualizado em 05/10/2009

(*) Fernando Carvalho é jornalista. pois nunca antes neste país, um jornal, alegando possuir “pesquisas científicas”, havia questionado o regime democrático de realizar eleições.

domingo, 4 de outubro de 2009

Polícia Federal pega laranja, funcionário da gráfica da Folha

A Polícia Federal indiciou ontem dois suspeitos de fraudarem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): o empresário e publicitário Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camillo de Oliveira Craid. A PF está convencida do envolvimento de ambos na trama do vazamento das provas.

A Folha:

Gregory Craid e Felipe Pradella ofereceram a jornalistas do Grupo Estado duas provas do exame que seria feito este fim de semana:Felipe Pradella é um funcionário temporário, admitido apenas para atuar na Plural Gráfica e Editora(Gráfica da Folha de S.Paulo) durante a impressão das provas do Enem. A Plural, contratada pelo consórcio para realizar a impressão, é uma parceria do Grupo Folha e da Quad Graphics.Felipe Pradella, estava com Gregory no encontro com o Estado. Ele já foi localizado pela Polícia Federal.

Segundo um funcionário da Gráfica Plural,da Folha de SP, onde foi rodado o gabarito do Enem, a empresa que presta serviço de vigilância para a empresa foi trocada há pouco mais de um mês. “É muito estranho tudo isso: trocarem a segurança há um mês do exame do Enem”, afirmou um profissional da editora ao jornal da tarde.

Pelo menos quatro funcionários disseram que Pradella fazia parte da equipe da segurança da editora. Não souberam dizer, no entanto, qual função ele exercia

Na noite de sexta-feira, a equipe do delegado Marcelo Sabadin, que conduz a apuração, começou a procurar Gregory. Primeiro os agentes foram a uma danceteria em Osasco. Depois, bateram à porta da MySpace, balada no Itaim. O DJ atua rotineiramente nesses endereços.

Às 3 horas de ontem, a PF fez contato com o advogado Antônio José Craid, pai de Gregory. Os dois estavam reunidos na casa do advogado, em Barueri. "Estou me inteirando dos fatos", disse ele à PF. O delegado convenceu Craid a apresentar o rapaz. Também foi antecipado o depoimento de Luciano Rodrigues, inicialmente marcado para amanhã. O empresário foi à PF acompanhado de seu advogado, Luiz Vicente Bezinelli.Gregory Camillo,seu perfil numa rede social da internet destaca que Gregory é DJ fixo na Moon Disco, no Itaim, zona sul. Já trabalhou como residente do Club A e na The Week, casas badaladas de São Paulo. Tinha participação programada no dia 28 na Daslu Fashion Night. Jovem de classe média, passou em segunda chamada, num vestibular de Direito. Tem 26 anos. Por que precisava de 500 reais?

Quem é quem

Gregory Camillo de Oliveira Craid: Tentou vender o Enem à reportagem do Estado e fez os contatos telefônicos. Trabalha como DJ em casas noturnas, como Moon Disco e The Week, e organizava uma festa na Daslu para este mês. Tem seu perfil e foto em vários sites de relacionamento e costuma arrumar convites vips para boates. O pai, advogado, é diretor jurídico da Câmara Municipal de Barueri. O DJ tem 26 anos . Alega que não se envolveu com o roubo da prova e que Felipe a trouxe para que os dois negociassem.

O pai de Gregory Camillo de Oliveira Craid,Antônio José Craid, é advogado, diretor jurídico da Câmara Municipal de Barueri. O prefeito de Barueri é Rubens Furlan (PMDB), apoiado por Quércia, que apóia o governador tucano José Serra, e o prefeito paulista Gilberto Kassab (DEM)

Felipe Pradella: Estava com Gregory no encontro com o Estado. Segundo o DJ, seria Felipe quem teria tirado a prova da gráfica, já que trabalharia como segurança da empresa contratada para supervisionar o processo. Ainda não foi localizado pela polícia. Aparenta ter 30 anos e tinha comportamento mais truculento

Luciano Rodrigues: Publicitário e dono de uma pizzaria nos Jardins. Tem 39 anos, grandes tatuagens no braço direito, cabeça raspada. Foi quem forneceu nomes de jornalistas e deu telefones para que a dupla fizesse contato. Ele alega que não sabia que Gregory e Felipe pretendiam vender a prova do Enem. Diz apenas que viu um timbre oficial no material que um deles levou à pizzaria e acreditava estar somente contribuindo para um "furo jornalístico" ao indicar pessoas da imprensa

A PF investiga se Pradella é segurança do consórcio contratado para aplicação e logística do exame ou se coordenava o manuseio dos cadernos de questões. Ele ainda não foi localizado. Se até amanhã ele não se apresentar, a PF vai pedir à Justiça Federal sua prisão.(O Estado de S.Paulo)

Nós descobrimos mais um trecho da história mal contada

Quem é o advogado de Luciano Rodrigues, o dono da pizzaria

Pelo menos até 2008, o advogado Luiz Vicente Bezinelli, era o Presidente do Tribunal Regional de Arbitragem e Mediação do Município de São Paulo e ex diretor do PROCON de Guarulhos.O advogado também é (ou era) professor e diretor da Faculdade Eduvale

E mais;

É também, presidente da BZ3EDITORA – Bezinelli Editorial & Gráficos Ltda., e ex-Assessor do Presidente e Diretor da VASP – Viação Aérea São Paulo S. A. Vasp

Estranha coincidência

Luiz Vicente Benzinell, advogado, Professor universitário, ex-assessor da presidência da falida VASP, ex-diretor do PROCON de Guarulhos

É dono de uma editora de livros didáticos, educacionais e culturais que também realiza revisão gráfica e de texto para outras gráficas e editoras e foi professor da PUC-SP.

Por que o Enem ganhou tanta importância neste ano?

A prova será adotada como parte do processo seletivo em 42 das 55 universidades federais (24 utilizarão o exame como prova única). A prova, que tinha 63 questões, passou a ter 180 e o modelo de correção também mudou, cada questão terá um peso.

Um calote cruel, vindo da nata da elite

ESTÁ SAINDO a preço de custo a malandragem de 300 professores que receberam bolsas do CNPq e da Capes para cursar doutorado no exterior e calotearam o governo. Cada um deles custou US$ 200 mil e viajou com o compromisso de retornar ao Brasil. Não voltaram nem devolveram o dinheiro. Um golpe de US$ 60 milhões.

A cada seis meses o CNPq, a Capes e o Tribunal de Contas chamam a atenção para esses casos, mas o assunto sai da agenda. Trata-se de uma chaga para a comunidade acadêmica brasileira, envolvendo a nata da elite intelectual do país. O grupo de espertalhões não chega a 4% dos beneficiados pelos programas de estímulo à pesquisa e, na maioria dos casos, essas bolsas foram concedidas antes de 1998.

Alguns doutores não retornaram por falta de empregos decentes por cá. Tudo bem. Bastaria ressarcir a Viúva. O CNPq oferece o parcelamento da dívida em até 60 meses, e esse acordo foi aceito por dezenas de ex-bolsistas, menos pelos 300 caloteiros.Sugestão: o CNPq e a Capes poderiam colocar na internet e lista dos doutores condenados pelo Tribunal de Contas. Mais: abrindo-se um inquérito, a Polícia Federal poderia mandar um ofício à universidade que hospedou cada um deles, comunicando que está atrás do magano.

Trapalhada

O governador José Serra, candidato a presidente da República, classificou de "tremenda trapalhada" a ação do Itamaraty no caso do abrigo concedido ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya. Como diz o doutor Marco Aurélio Garcia: uma pessoa bateu à porta da embaixada brasileira e a porta se abriu. Serra deixou de lado as "minúcias" e esqueceu-se da mãe de todas as trapalhadas: o golpe hondurenho. Logo ele, que teve sua integridade física ameaçada por dois golpes e garantida pelos institutos do direito de asilo e da imunidade diplomática, no Brasil, em 1964, e no Chile, em 1973.

Advinhem quem é o Eremildo de Elio Gaspari

EREMILDO, O IDIOTA

Eremildo é um idiota e alistou-se nas brigadas internacionais de combate ao bolivarianismo. (Ele não sabe o que isso quer dizer, mas também não conhece quem saiba.) O idiota entende que são bolivarianos os presidentes Hugo Chávez, Evo Morales e Rafael Correa. Todos mexeram na Constituição para prorrogar suas permanências no poder, ad referendum de resultados eleitorais.

Ensinaram-lhe que jamais foram bolivarianos os presidentes Fernando Henrique Cardoso e Carlos Menem, que também mudaram as Constituições de seus países para buscar a reeleição. Por algum motivo, o colombiano Álvaro Uribe, que, pela segunda vez, está fazendo a mesma coisa, também não é bolivariano.

Eremildo é um idiota feliz, mas teme ser internado por conta da última ideia que lhe passou pela cabeça: o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, seria um bolivariano ao defender a mudança da lei da cidade para buscar o direito de disputar o terceiro mandato.Da coluna de Elio Gaspari

Do Blog Os Amigos do Presidente